A vida é a travessia de um sonho cósmico e coletivo por um sonho individual, uma consciência, um ego. A morte extrai o sonho particular do sonho geral e arranca as raízes que o primeiro afundou no segundo. O universo é um sonho tecido de sonhos; o Eu sozinho está acordado.
A homogeneidade objetiva do mundo prova, não sua realidade absoluta, mas o caráter coletivo da ilusão, ou de tal ilusão, ou de tal mundo’
(Schuon: Perspectives spirituelles, p. 228).