A narrativa de
Attar da anedota da borboleta nos parece mais clara e instrutiva do que a de
Ghazali ou mesmo a de
Ruzbehan. Os três estágios da certeza (yaqîn) sobre a verdade divina buscada, tipificada pela luz da vela de
Hallaj, são ilustrados pelo comportamento de três borboletas, das quais apenas a última se identifica perfeitamente com a verdade. Mas acaba sendo consumida por ela. E sobre essa borboleta, que personifica Hallaj, Attar escreve: "Ele conhece a verdade que buscamos, aquela verdade oculta da qual não podemos falar". (Stephane Ruspoli –
Ruzbehan Tratado Espirito Santo)