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id da página: 1620 Schuon Princípios Arte Frithjof Schuon

Schuon Princípios Arte

Princípios e critérios da arte universal — resumo

    • Da fundamental da arte na vida coletiva e na contemplação
    • A arte sagrada e a arte profana
    • A arte sagrada ignora em grande medida a intenção estética
    • Ausência de beleza e feiura inevitável da era maquinista e do industrialismo
    • Dos valores que deve exprimir a arte profana sob pena de ser ilegítima
    • Definição do "sagrado"
    • Em que uma arte é sagrada?
    • Os direitos do artista são qualidades técnicas, espirituais e intelectuais
    • A arte sagrada, suporte indispensável da inteligência coletiva
    • A Escritura, a anagogia e a arte derivam de graus diversos da Revelação
    • Dos fundamentos da Arte cristã, a pintura dos ícones
    • Da concepção da arte budista
    • Da arte figurativa hindu
    • Templos hindus e templos gregos e egípcios
    • A arte chinesa, a escritura e a natureza
    • Da arquitetura dos Amarelos
    • Da arte judaica e da arte muçulmana
    • Dos desviações possíveis na arte tradicional
    • Dos aspectos puramente técnicos da arte
    • Da concordância da imagem com a natureza, quando ela é legítima?
    • Da observação avançada das formas físicas e do simbolismo tradicional
    • Todo o "milagre grego" se reduz em suma à substituição da única razão à inteligência como tal
    • Quais são os três critérios da arte perfeita?
    • A confusão dos materiais de arte, uma dos grandes erros da arte moderna
    • Porque os povos mais artísticos do Oriente adotam com pressa as feiuras do mundo moderno?
    • De uma brincadeira do Til o Espiegle
    • Pesquisa a todo preço da originalidade e da singularidade na arte moderna
    • Da substituição da imaginação criadora pela forma qualitativa na arte moderna
    • Qual é o erro da tese da "arte pela arte"?
    • Das categorias mais e mais fáticas das obras de arte
    • Da exaltação de um artista porque exprime seu tempo
    • Projeção de qualidade imaginárias e propriamente histéricas nas futilidades mais insignificantes na arte moderna
    • Mesma coisa para a poesia e para a música modernas
    • A decadência da música e da poesia foi infinitamente menor que aquela das artes plásticas e da arquitetura
    • Não se trata, para os artistas, de voltar atrás
    • Inteligências, beleza e nobreza são as qualidades que a arte profana deveria exprimir