FUNDAMENTOS ONTOLÓGICOS
- Estrutura do ser e do ente
- Análise intencional e problema do ser
- A análise intencional, que constitui o essencial do método fenomenológico e que permite superar o velho problema da dualidade do sujeito e do objeto, implica no entanto como mais "originário" o pensamento mesmo do objeto ou do mundo oferecidos à intencionalidade da consciência. Donde a necessidade de um "envelopamento" ontológico da fenomenologia.
- Transcendência do Eu e radicalidade da experiência
- A noção de constatável-por-todos não é absurda
- O por entre parênteses o "Eu"
- Do "Eu" ao "Nós" e ao "Si"
- A "aberto" heideggeriano e a dialética do ser e do ente
- A estrutura do ente humano aparece aberta sobre dois movimentos inversos e antagonistas: a apreensão e a compreensão do Ser total por um lado, a visão dos entes particulares por outro lado, o que inscreve esta estrutura na esfera do senário
- Crucifixão do ente humano no "Aberto"
- Espera e posição do ser causa-de-si
- O inefável, enquanto fenômeno de ser, revela a ele mesmo o ser causa-de-si
- Do ser do fenômeno ao fenômeno de ser
- I inefável enquanto fenômeno de ser
- O poder de designação das essências é transfenomenal
- Substantivização e substancialização
- Estrutura e transfenomenalidade
- Trata-se do mesmo, falar da transfenomenalidade da consciência ou considerar esta última como "pura" estrutura, sem outro "conteúdo" a não ser esta estrutura mesma
- Análise intencional e problema do ser
- Estrutura dos comportamentos
- Um exemplo de constituição do ser causa-de-si: a correlação do medo e da angústia
- A angústia e o medo estão entre elas na relação de ser-em-si a ser causa-de-si e ilustram, nas su subida simultânea, a intensificação sem fim, no mundo e em todo existente, da opacidade e das transparência, da uniformidade e da especificidade, ou em outros termos, da entropia e da consciência
- O medo enquanto intensificação que leva à resolução da angústia
- A subida "simultânea" das angústias e dos medos
- Do "reflexo" ao "poder"
- O reflexo se associa à exterioridade de uma atitude repetitiva e não transcendida, o poder à interioridade de uma conduta não repetitiva e transcendida
- Universalidade do estado de angústia enquanto motor imóvel do par redução-integração
- A hierarquia "natural" dos comportamentos
- O estudo empírico dos comportamentos animais ou humanos permite ver em operação o par redução-integração na multiplicidade mais e mais estendida e intensificada das relações de cada existente com o mundo, e de organizar estes comportamentos não mais em modo linear mas esférico, segundo o tipo universal da estrutura senário
- Caráter universal da não mobilidade e passagem ao simbolismo
- Melodia, ritmo, harmonia
- As relações recíprocas da melodia, do ritmo e da harmonia permitem integrar todas as relações inerentes à hierarquia natural dos comportamentos. Esta organização ela também está estruturada pelo senário. Ela estabelece o problema da constituição esférica do tempo
- Um exemplo de constituição do ser causa-de-si: a correlação do medo e da angústia
- Estrutura do tempo e da história
- Teoria geral da oscilação de relaxação
- Na sequencia integrante dos senários, todo "momento presente" ;e animado por uma anti-simetria onde a acumulação potencializada e a relaxação atualizante se respondem em uma oscilação perpetuamente repetida. A oscilação é assim a melhor representação plana da estrutura do tempo
- Divisibilidade do corpo
- A dupla transcendência das ek-stases do tempo
- A dupla transcendência é fundamentada pelas duas distâncias que constituem a tríade do tempo na sua decomposição em passado, presente e futuro
- Virtualidade e potencialidade
- As duas memórias
- Da matriz do corpo
- Recorrência indefinida da história
- Não existe fatos puramente "objetivos". Pelo jogo da segunda memória, a função de re-historialização pepétua da história retoma sem cessar a sucessão em modo e amplitude dos fatos e a intensifica no eterno presente da inteligência absoluta
- O paralelismo da ontogênese e da filogênese
- A noção de "ciclo" de história
- A noção de "crise"
- Teoria geral da oscilação de relaxação
- Constituição do Ocidente
- O Ocidente enquanto lugar do nous transcendental
- A todo momento da história, é o Ocidente do momento, enquanto civilização "avançada", que é o lugar histórico da emergência do Nous transcendental nadificando a história
- A dialética do par Leste-Oeste
- A Europa enquanto polo de inversão entre os Estados Unidos e a Rússia
- Ocidentalização do hemisfério Norte
- Estruturas geopolíticas e estrutura de parentesco
- A estruturação completa do hemisfério Norte, na sua diacronia e sua sincronia, pode ser descrita em termos de estruturas parentais e parece notadamente ilustrar o problema do avunculato
- Estruturas abertas do Leste e do Oeste
- Simbolismo do ternário China-Japão-Califórnia
- Marxismo e sacerdotismo
- Enquanto física da entropia social, o marxismo não pode se dar conta do sacerdócio invisível que é transcendente a toda entropia
- Não existe sociedade "fechada"
- Redução eidética do marxismo: a noção de proletariado
- Ascese espiritual e ascese marxista
- A "casta" dos padres
- O Ocidente enquanto lugar do nous transcendental