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id da página: 7539 Abellio Fundamentos Ontológicos Raymond Abellio

Abellio Fundamentos Ontológicos

FUNDAMENTOS ONTOLÓGICOS

  • Estrutura do ser e do ente
    • Análise intencional e problema do ser
      • A análise intencional, que constitui o essencial do método fenomenológico e que permite superar o velho problema da dualidade do sujeito e do objeto, implica no entanto como mais "originário" o pensamento mesmo do objeto ou do mundo oferecidos à intencionalidade da consciência. Donde a necessidade de um "envelopamento" ontológico da fenomenologia.
      • Transcendência do Eu e radicalidade da experiência
      • A noção de constatável-por-todos não é absurda
      • O por entre parênteses o "Eu"
      • Do "Eu" ao "Nós" e ao "Si"
    • A "aberto" heideggeriano e a dialética do ser e do ente
      • A estrutura do ente humano aparece aberta sobre dois movimentos inversos e antagonistas: a apreensão e a compreensão do Ser total por um lado, a visão dos entes particulares por outro lado, o que inscreve esta estrutura na esfera do senário
      • Crucifixão do ente humano no "Aberto"
    • Espera e posição do ser causa-de-si
      • O inefável, enquanto fenômeno de ser, revela a ele mesmo o ser causa-de-si
      • Do ser do fenômeno ao fenômeno de ser
      • I inefável enquanto fenômeno de ser
      • O poder de designação das essências é transfenomenal
      • Substantivização e substancialização
    • Estrutura e transfenomenalidade
      • Trata-se do mesmo, falar da transfenomenalidade da consciência ou considerar esta última como "pura" estrutura, sem outro "conteúdo" a não ser esta estrutura mesma
  • Estrutura dos comportamentos
    • Um exemplo de constituição do ser causa-de-si: a correlação do medo e da angústia
      • A angústia e o medo estão entre elas na relação de ser-em-si a ser causa-de-si e ilustram, nas su subida simultânea, a intensificação sem fim, no mundo e em todo existente, da opacidade e das transparência, da uniformidade e da especificidade, ou em outros termos, da entropia e da consciência
      • O medo enquanto intensificação que leva à resolução da angústia
      • A subida "simultânea" das angústias e dos medos
    • Do "reflexo" ao "poder"
      • O reflexo se associa à exterioridade de uma atitude repetitiva e não transcendida, o poder à interioridade de uma conduta não repetitiva e transcendida
      • Universalidade do estado de angústia enquanto motor imóvel do par redução-integração
    • A hierarquia "natural" dos comportamentos
      • O estudo empírico dos comportamentos animais ou humanos permite ver em operação o par redução-integração na multiplicidade mais e mais estendida e intensificada das relações de cada existente com o mundo, e de organizar estes comportamentos não mais em modo linear mas esférico, segundo o tipo universal da estrutura senário
      • Caráter universal da não mobilidade e passagem ao simbolismo
    • Melodia, ritmo, harmonia
      • As relações recíprocas da melodia, do ritmo e da harmonia permitem integrar todas as relações inerentes à hierarquia natural dos comportamentos. Esta organização ela também está estruturada pelo senário. Ela estabelece o problema da constituição esférica do tempo
  • Estrutura do tempo e da história
    • Teoria geral da oscilação de relaxação
      • Na sequencia integrante dos senários, todo "momento presente" ;e animado por uma anti-simetria onde a acumulação potencializada e a relaxação atualizante se respondem em uma oscilação perpetuamente repetida. A oscilação é assim a melhor representação plana da estrutura do tempo
      • Divisibilidade do corpo
    • A dupla transcendência das ek-stases do tempo
      • A dupla transcendência é fundamentada pelas duas distâncias que constituem a tríade do tempo na sua decomposição em passado, presente e futuro
      • Virtualidade e potencialidade
      • As duas memórias
      • Da matriz do corpo
    • Recorrência indefinida da história
      • Não existe fatos puramente "objetivos". Pelo jogo da segunda memória, a função de re-historialização pepétua da história retoma sem cessar a sucessão em modo e amplitude dos fatos e a intensifica no eterno presente da inteligência absoluta
      • O paralelismo da ontogênese e da filogênese
      • A noção de "ciclo" de história
      • A noção de "crise"
  • Constituição do Ocidente
    • O Ocidente enquanto lugar do nous transcendental
      • A todo momento da história, é o Ocidente do momento, enquanto civilização "avançada", que é o lugar histórico da emergência do Nous transcendental nadificando a história
      • A dialética do par Leste-Oeste
      • A Europa enquanto polo de inversão entre os Estados Unidos e a Rússia
      • Ocidentalização do hemisfério Norte
    • Estruturas geopolíticas e estrutura de parentesco
      • A estruturação completa do hemisfério Norte, na sua diacronia e sua sincronia, pode ser descrita em termos de estruturas parentais e parece notadamente ilustrar o problema do avunculato
      • Estruturas abertas do Leste e do Oeste
      • Simbolismo do ternário China-Japão-Califórnia
    • Marxismo e sacerdotismo
      • Enquanto física da entropia social, o marxismo não pode se dar conta do sacerdócio invisível que é transcendente a toda entropia
      • Não existe sociedade "fechada"
      • Redução eidética do marxismo: a noção de proletariado
      • Ascese espiritual e ascese marxista
      • A "casta" dos padres