Animador de cenáculos literários e intelectuais nesta Florença do início do século XX, centro privilegiado da cultura, tomou parte ativa em todas as iniciativas importantes no domínio do esoterismo, participando na fundação de organizações maçônica, com vistas a "devolver à Maçonaria sua função iniciática, depurando-a de seus elementos corrompidos". Teve um papel fundamental como editor e como escritor incisivo, pela difusão das doutrinas tradicionais autênticas e no combate ideológico que disto decorria, devido a resistências que tal atitude levantava nos meios culturais e políticos da época. Criou a primeira revista em 1924, Atanòr, no ano seguinte uma segunda, Ignis, e contribui na fundação de uma terceira Grupo Ur (1927-1928), onde publicou muitos artigos sob o pseudônimos: Maximus, Pietro Negri, Rasena.
Mantinha relações estreitas com René Guénon com o qual se correspondia frequentemente; do mesmo modo com Julius Evola, até companheiros do Grupo Ur.
René Guénon: ESOTERISMO DE DANTE — inúmeras citações a Reghini
Excertos: