Aqui reunimos alguns dos mais importantes pesquisadores e seus estudos sobre Ibn Arabi.
- Miguel Asin Palacios
- Henry Corbin
- Michel Valsan
- Austin
- Toshihiko Izutsu
- William Chittick
- Michel Chodkiewicz
- Claude Addas
- Gilis
- Morris
- Miguel Cruz Hernández
Resumo do clássico ensaio de Michel Chodkiewicz, Ibn Arabi dans l’oeuvre de Henry Corbin, na parte que empreende uma panorâmica dos estudos europeus e acadêmicos da obra de Ibn Arabi.
- A Natureza Intrínseca da Crítica e da Recepção da Obra de Ibn Arabi na Academia Francesa
- A Juxtaposição Intencional de Citações para Ilucidar o Problema do Estatuto Acadêmico de Ibn Arabi e a Contribuição Decisiva de Henry Corbin para Sua Evolução Positiva
- A Citação de Massignon Denunciando o Monismo Sincrético do Autor dos Fusus e a Oposição Oratória entre "ceux qui se prosternent le long de la Via Crucis et ceux qui s'étendent sous le char de Jaggernauth"
- A Alusão ao Caminho da Cruz (Via Crucis), Embora Não Pertinente, Surpreende Apenas Parcialmente em um Convertido Efervescente, Mas a Referência a um Avatar de Vixnu Deixa Completamente Perplexo
- A Citação de Henry Corbin como Réplica Frontal às Fatwa-s Anti-akbariennes de Massignon, Embora Este Não Seja Nomeado
- Corbin Afirma: "On a parfois, écrit Corbin, prononcé le mot de syncrétisme."
- Corbin Adiciona: "C'est l'explication sournoise et paresseuse de l'esprit dogmatique Se contenter d'une pareille explication, c'est avouer son propre échec"
- O Valor Destes Dois Textos Como Amostras, com Possibilidade de Encontrar Muitos Outros da Mesma Natureza em Seus Respectivos Autores
- A Citação de Massignon Denunciando o Monismo Sincrético do Autor dos Fusus e a Oposição Oratória entre "ceux qui se prosternent le long de la Via Crucis et ceux qui s'étendent sous le char de Jaggernauth"
- O Quadro da Pesquisa Acadêmica sobre Ibn Arabi Antes da Contribuição de Henry Corbin
- Corbin Declarou em 1958: "La bibliographie concernant Ibn 'Arabī, aussi bien en langue française que dans nos langues européennes, peut tenir en quelques lignes"
- Os Únicos Trabalhos Universitários Importantes Publicados à Época Eram Devidos a Pesquisadores que Podiam Ser Contados nos Dedos de uma Mão e Nenhum Era Francês: Nyberg, Nicholson, Asin Palacios e Afifi
- Para Nyberg e Nicholson, Ibn Arabi Era um Centro de Interesse Entre Muitos Outros
- O Aporte Decisivo de Asin Palacios
- Injustiça em Esquecer o Que Lhe É Devido, Apesar das Fortes Críticas que Inspiram Algumas de Suas Interpretações
- A Formação de um Eclesiástico Espanhol no Fim do Século XIX Não Parecia A Priori a Melhor Preparação para um Estudo Penetrante dos Escritos do Shaykh al-Akbar
- A Ajuda em Compreender o Pensamento do Mestre Andaluz e o Tipo de Experiência Espiritual a Que Remetia, Devida à Frequência dos Místicos do Século de Ouro, Uma Literatura Que Pouco Interessava ao Orientalismo Positivista do Início do Século
- A Influência das Convicções de Asin Palacios como Padre Católico em Sua Leitura dos Textos
- Suas Traduções Christianizam, Por Vezes Abusivamente, o Vocabulário e, Consequentemente, a Doutrina de Ibn Arabi
- O Sistema Engenhoso de "Vases Comunicantes" Idealizado por Asin Palacios
- Sua Tese: o Sufismo Apropriou-se Inicialmente de uma Parte da Herança dos Contemplativos Cristãos, Mas Acabou Por Restituí-la aos Seus Proprietários
- A Restituição Ocorreu Não Apenas Fornecendo à Divina Comedia "un vaste répertoire de symboles mais en marquant de son empreinte l'école carmélitaine et les alumbrados"
- A Necessidade Evidente de uma Revisão Severa Destas Construções Hipotéticas
- Reconhecimento do Mérito de Asin por Ter Revelado Riquezas Insuspeitas, em Particular Graças à Sua Exploração Sistemática das Futuhat
- A Avaliação de que Asin Palacios Penetrou Mais Profundamente o Pensamento do Shaykh al-Akbar que o Muçulmano Afifi
- A Interpretação de Afifi sobre a Obra de Ibn Arabi
- Segundo Afifi, a "philosophie mystique d'Ibn 'Arabī relève essentiellement d'un néoplatonisme abâtardi dont le recours à des citations scripturaires détournées de leur sens ne saurait masquer la nature"
- Afifi, a Quem Devemos a Primeira Edição Crítica dos Fusus, Leu Atentamente a Obra de Ibn Arabi
- A Análise de Afifi É Considerada Muito Redutora, Mas Sua Tese Apresentou a Vantagem de Traçar Rotas na Espessa Massa Akbariana Quando de Sua Publicação
- O Silêncio da França Universitária e as Contribuições Não-Francesas e Não-Acadêmicas
- Ibn Arabi Era Conhecido na França Devido a Trabalhos Conduzidos Fora do Quadro Universitário e Por Homens Não Franceses
- O Suíço Titus Burckhardt, Que Publicou uma Tradução Francesa Parcial dos Fusus em 1955
- O Romeno Michel Valsan, Que Traduziu Alguns Curtos Tratados e, Principalmente, uma Série de Capítulos das Futuhat
- Ibn Arabi Era Conhecido na França Devido a Trabalhos Conduzidos Fora do Quadro Universitário e Por Homens Não Franceses
- Tentativas de Explicação para o Espantoso Silêncio dos Islamólogos
- As Dimensões Enormes do Corpus Akbarian, a Obscuridade de Sua Linguagem e a Ausência Quase Total de Edições Críticas (Ou Edições Puras) Teriam Desencorajado Pesquisadores na Preparação de Doutorados de Estado
- A Crença de que Estes Argumentos Podem Ter Pesado, Mas Não São Decisivos, Pois Carreiras de Especialistas se Fizeram em Apostas Igualmente Arriscadas
- O Fato de Publicações de Scholars Estrangeiros Já Oferecerem Sólidos Marcos
- O Papel Determinante Negativo de Massignon, Mestre Então Inconteste dos Estudos sobre a Mística Muçulmana
- A Hostilidade Veemente, Perseverante e Obsessiva de Massignon, Presente Desde Seus Primeiros Escritos e Persistente Até o Fim
- A Violência Ainda Maior de Massignon em Conversas Privadas, Conforme Testemunho de Jovens Pesquisadores que Expressaram Interesse Sem A Priori pela Obra de Ibn Arabi
- Ibn Arabi Não Era para Massignon um Autor de Estilo ou Ideias a Serem Discutidas Sem Paixão, Mas Sim uma Espécie de Adversário Pessoal
- As Causas do Estranho Comportamento de Massignon
- Uma Primeira Causa: Ibn Arabi, Embora Fale de Hallaj como um Santo Eminente, Não Se Abstem de Lhe Reprochar Certas Imperfeições e Afirma, Repetidamente, uma Posição de Autoridade em Relação a Ele
- Exemplo: um Singular Diálogo do Kitab al-Tajalliyyat Relativo à Morte de Hallaj
- A Atitude de Ibn Arabi É Considerada Imperdoável Aos Olhos de Massignon
- Massignon Critica com Dureza "le style autoritaire et compassé", o "ton impassible et glacé" dos Julgamentos de Ibn Arabi
- Mais Profundamente, a Fonte da Oposição Radical de Massignon Reside em Sua Concepção dos Critérios que Autenticam uma Via Mística e a Distinguem de Imitações ou Contrafações
- Segundo a Concepção de Massignon, Que É a da Teologia Mística da Época, com um Acento Característico na "spiritualité victimale", Ibn Arabi É Visto como um Gnóstico Orgulhoso
- Ibn Arabi Seria "épris de logique formelle", Eliminando "toute intervention transcendante de la divinité"
- Massignon Se Coloca como o Agostinho de um Novo Pelágio (Ibn Arabi)
- Uma Primeira Causa: Ibn Arabi, Embora Fale de Hallaj como um Santo Eminente, Não Se Abstem de Lhe Reprochar Certas Imperfeições e Afirma, Repetidamente, uma Posição de Autoridade em Relação a Ele
- O Magistério Imperioso de Massignon na Islamologia Francesa Serviu para Frear Qualquer Veleidade de Empreender Pesquisas de Longo Alcance sobre Ibn Arabi
- O Lugar de Ibn Arabi nos Trabalhos Relativos ao Sufismo Foi Sistematicamente Relegado por um Longo Tempo ao Capítulo Reservado à Descrição dos "siècles de décadence"
- A Juxtaposição Intencional de Citações para Ilucidar o Problema do Estatuto Acadêmico de Ibn Arabi e a Contribuição Decisiva de Henry Corbin para Sua Evolução Positiva