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id da página: 8706 IBN ARABI OS ENGASTES DE SABEDORIA – NO VERBO DE ENOQUE Ibn Arabi

Ibn Arabi Fusus Enoque

IBN ARABIOS ENGASTES DE SABEDORIA – VERBO DE ENOQUE


VIDE: SABEDORIA DOS PROFETAS

A Sabedoria da Santidade no Verbo de Enoque

Resumo da apresentação do capítulo, em IBN ARABI. The bezels of wisdom. Tradução: Ralph William Julius Austin. Mahwah, NJ: Paulist Press, 1980

  • O significado de santidade e a noção de elevação
    • A necessidade de compreender o significado da raiz árabe qadasa, que significa "estar distante", para entender a relevância da palavra "santidade" no título do capítulo.
    • A noção de "distância espiritual" de Deus em relação ao mundo ou Cosmos, no sentido de transcendência.
    • A associação, na maioria das tradições espirituais, da noção de transcendência com a de "altura" ou "elevação", tema principal da discussão neste capítulo.
  • A divisão do conceito de elevação por Ibn Arabi
    • A elevação de posição, que se relaciona com a atividade cósmica da alma.
    • A elevação de grau, que se relaciona com o conhecimento do espírito.
    • A elevação como um conceito aplicável somente a Deus na polaridade Criador-criação.
    • A Reality em si mesma como algo que transcende e, ao mesmo tempo, abarca o conceito de elevação, seja de posição ou de grau.
    • A dependência da perspectiva sobre Deus como o Um no sentido de Único, ou como o Um, o Primeiro de muitos.
  • A teoria mística do número
    • A discussão sobre a teoria mística do número no ensinamento de Ibn Arabi.
    • As implicações de considerar o número um como o número por excelência, do qual todos os outros números derivam e do qual são manifestações.
    • O número um como uma realidade única em si mesma, não relacionada e além de qualquer possibilidade de multiplicação.
    • A relação dessa questão com a polaridade Deus em Si Mesmo-Deus no Cosmos.
    • A visão de Ibn Arabi de que ambas as perspectivas são verdadeiras da Realidade: Deus como único e inatingível, e como a origem relacionada de toda a existência criada.
  • A relação da natureza cósmica com Deus
    • A comparação da relação da Natureza cósmica com Deus, segundo Ibn Arabi, com a relação pai-filho e Adão-Eva.
    • O Cosmos como essencialmente não outro senão Deus, já que ele deriva Dele.
    • A inexistência de uma clara preferência pelo Criador sobre a criação, a partir do ponto de vista da Realidade em si mesma.
    • A possibilidade de falar de um "Criador criado" e uma "criação criadora", conforme expresso por Ibn Arabi.
  • O tema dos Nomes divinos
    • A retomada do tema dos Nomes divinos ao final do capítulo.
    • Todos os Nomes que descrevem a relação Criador-criação são Nomes de Deus, que é o Nome universal.
    • Cada nome particular deve expressar, essencialmente, todos os outros Nomes.
    • A particularidade de cada criação na sua relação com o seu Senhor é determinada pela sua predisposição latente em divinis.
    • A participação de cada criação na totalidade da criação possível, pois mesmo em sua particularidade, ela é e não pode ser outra coisa senão Ele.