PAGELS, Elaine H. The gnostic Paul: gnostic exegesis of the Pauline letters. Philadelphia: Trinity Press International, 1992
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Saudação Paulina e Identificação dos Destinatários (1 Coríntios 1:1-3)
- Reconhecimento de Paulo como apóstolo por vontade divina.
- Destinação da carta à igreja de Deus em Corinto.
- Distinção entre os santificados em Cristo Jesus e os chamados para serem santos.
- Extensão da graça e paz de Deus Pai e do Senhor Jesus Cristo a todos os que invocam o nome do Senhor.
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Ação de Graças pela Riqueza Espiritual da Comunidade (1 Coríntios 1:4-9)
- Gratidão de Paulo pela graça divina concedida aos coríntios em Cristo Jesus.
- Menção ao enriquecimento em toda a palavra e todo o conhecimento.
- Afirmação de que a comunidade não falta em nenhum dom espiritual.
- Garantia da fidelidade divina na perseverança até o fim, para serem irrepreensíveis no Dia do Senhor.
- Chamado à comunhão de Seu Filho, Jesus Cristo, nosso Senhor.
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Exortação à Unidade e Condenação das Divisões (1 Coríntios 1:10-12)
- Apelo à unanimidade de confissão e à ausência de dissensões.
- Necessidade de perfeita união no mesmo modo de pensar e no mesmo parecer.
- Relato das contendas existentes na comunidade.
- Identificação dos partidos: de Paulo, de Apolo, de Cefas e de Cristo.
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O Ministério de Paulo em Contraste com o de Outros (1 Coríntios 1:14-17)
- Gratidão de Paulo por ter batizado poucos, evitando distorções.
- Enfatização de sua missão primordial: evangelizar, não batizar.
- Rejeição da eloquência de sabedoria humana para não esvaziar a cruz de Cristo.
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A Sabedoria da Cruz e a Insensatez Mundana (1 Coríntios 1:18-20)
- Contraste entre a loucura da pregação da cruz para os que perecem e o poder de Deus para os que são salvos.
- Citação profética sobre a destruição da sabedoria dos sábios e a rejeição da inteligência dos inteligentes.
- Questionamento retórico sobre o paradeiro do sábio, do escriba e do inquiridor deste século.
- Declaração de que Deus tornou louca a sabedoria deste mundo.
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A Sabedoria Divina Revelada através da Pregação (1 Coríntios 1:21-24)
- Incapacidade do mundo de conhecer a Deus pela sua própria sabedoria.
- Decisão divina de salvar os crentes pela loucura da pregação.
- Contraste entre a demanda por sinais dos judeus e a busca de sabedoria dos gregos.
- Proclamação de Cristo crucificado, escândalo para judeus e loucura para gentios, mas poder e sabedoria de Deus para os chamados.
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A Eleição dos Humildes e a Inversão de Valores (1 Coríntios 1:26-28)
- Chamado divino majoritariamente dirigido aos não sábios, não poderosos e não nobres segundo a carne.
- Escolha divina das coisas loucas, fracas, vis e insignificantes do mundo para confundir as sábias e fortes.
- Utilização do que não é para reduzir a nada o que é.
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A Base da Glória Exclusiva em Deus (1 Coríntios 1:29-31)
- Propósito divino de eliminar qualquer base para glória humana perante Deus.
- Origem dos crentes em Deus, mediante Jesus Cristo.
- Identificação de Cristo como sabedoria, justiça, santificação e redenção vindas de Deus.
- Exortação para que quem se gloria, glorie-se no Senhor.
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A Pregação Adaptada de Paulo aos Coríntios (1 Coríntios 2:1-5)
- Renúncia de Paulo à superioridade de linguagem ou de sabedoria ao anunciar o mistério de Deus.
- Decisão de nada saber entre eles, senão a Jesus Cristo, e este crucificado.
- Manifestação de fraqueza, temor e tremor em sua presença.
- Demonstração do poder do Espírito, e não de persuasiva sabedoria humana, para que a fé não se apoiasse em sabedoria humana, mas no poder de Deus.
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A Sabedoria Revelada aos Perfeitos (1 Coríntios 2:6-8)
- Ensino de sabedoria entre os perfeitos, não a sabedoria deste século ou dos seus poderosos.
- Proclamação da sabedoria oculta de Deus, predestinada antes dos séculos para a glória dos eleitos.
- Ignorância desta sabedoria pelos poderosos deste século, que, se a conhecessem, não teriam crucificado o Senhor da glória.
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As Realidades Inefáveis Preparadas por Deus (1 Coríntios 2:9)
- Citação das realidades que olho não viu, ouvido não ouviu, nem penetraram no coração do homem, preparadas por Deus para aqueles que O amam.
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A Revelação pelo Espírito e a Compreensão Espiritual (1 Coríntios 2:10-13)
- Revelação divina através do Espírito, que tudo perscruta, até as profundezas de Deus.
- Analogia entre o conhecimento das coisas humanas pelo espírito do homem e o conhecimento das coisas de Deus pelo Espírito de Deus.
- Recebimento do Espírito que provém de Deus, para compreender os dons gratuitos concedidos por Deus.
- Comunicação destas coisas não com palavras ensinadas pela sabedoria humana, mas ensinadas pelo Espírito, combinando coisas espirituais com espirituais.
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A Incompreensão do Homem Natural e a Discernimento do Espiritual (1 Coríntios 2:14-16)
- Incapacidade do homem natural para aceitar as coisas do Espírito de Deus, por lhe serem loucura.
- Impossibilidade de compreendê-las, porque se discernem espiritualmente.
- Capacidade do homem espiritual para discernir todas as coisas, sendo ele mesmo discernido por ninguém.
- Questionamento sobre quem conheceu a mente do Senhor para O instruir, e afirmação de que os crentes possuem a mente de Cristo.
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A Imaturidade Espiritual dos Coríntios (1 Coríntios 3:1-3)
- Impossibilidade de Paulo falar-lhes como a espirituais, mas como a carnais, como a crianças em Cristo.
- Alimentação com leite, e não com alimento sólido, devido à incapacidade inicial e à persistência da carnalidade.
- Evidência da carnalidade na existência de inveja e contendas entre eles.
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A Natureza do Ministério Apostólico e o Crescimento Divino (1 Coríntios 3:4-9)
- Condenação das divisões partidárias como prova de que agiam como meros homens.
- Definição de Paulo e Apolo como ministros através dos quais creram, conforme a concessão do Senhor a cada um.
- Metáfora do plantar e regar, com o crescimento concedido por Deus.
- Unidade do que planta e do que rega, com cada um recebendo o seu próprio galardão segundo o seu trabalho.
- Identificação dos apóstolos como cooperadores de Deus e dos crentes como lavoura de Deus.
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A Construção sobre o Fundamento e o Juízo Divino (1 Coríntios 3:9b-15)
- Identificação dos crentes como edifício de Deus.
- Paulo como sábio arquiteto que lançou o fundamento, que é Jesus Cristo, com outros edificando sobre ele.
- Advertência sobre a qualidade dos materiais utilizados na construção: ouro, prata, pedras preciosas, ou madeira, feno, palha.
- Revelação da obra de cada um no Dia do Senhor, pelo fogo que a provará.
- Galardão para a obra que permanecer, e perda para a obra que se queimar, com salvação do próprio obreiro, mas como através do fogo.
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O Corpo como Templo do Espírito Santo (1 Coríntios 3:16-17)
- Advertência sobre a natureza sagrada da comunidade como templo de Deus, onde habita o Espírito Santo.
- Grave consequência para quem destruir o templo de Deus: destruição por Deus.
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Advertência contra a Vã Sabedoria Terrena (1 Coríntios 3:18-23)
- Exortação para que ninguém se engane a si mesmo.
- Conselho para que o que pensa ser sábio neste século se faça louco para se tornar sábio.
- Declaração de que a sabedoria deste mundo é loucura diante de Deus.
- Proibição de glória nos homens, pois tudo pertence aos crentes: Paulo, Apolo, Cefas, o mundo, a vida, a morte, as coisas presentes e as futuras.
- Pertencimento dos crentes a Cristo, e de Cristo a Deus.
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Os Ministros como Despenseiros dos Mistérios de Deus (1 Coríntios 4:1-5)
- Definição dos apóstolos como ministros de Cristo e despenseiros dos mistérios de Deus.
- Requisito primordial para os despenseiros: que sejam encontrados fiéis.
- Indiferença de Paulo perante o julgamento humano ou o seu próprio juízo.
- Advertência para não julgar antes do tempo, até que o Senhor venha e ilumine as coisas ocultas das trevas e manifeste os desígnios dos corações.
- Então, cada um receberá o seu louvor da parte de Deus.
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A Aplicação Figurativa das Coisas para Evitar a Soberba (1 Coríntios 4:6)
- Transposição figurativa das coisas referentes a Paulo e Apolo para instrução dos coríntios.
- Objetivo: que aprendam a não ultrapassar o que está escrito, para que ninguém se ensoberbeça a favor de um contra outro.
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A Origem Divina de Todos os Dons e a Condenação da Vã Glória (1 Coríntios 4:7-8)
- Questionamento retórico sobre quem distingue ou concede algo que não tenha recebido.
- Condenação da glória vã, como se não tivessem recebido.
- Ironia sobre a suposta saciedade, riqueza e reinado sem os apóstolos.
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O Espetáculo dos Apóstolos e o seu Estado de Humilhação (1 Coríntios 4:9-13)
- Representação dos apóstolos como os últimos, condenados à morte, espetáculo para o mundo, anjos e homens.
- Contraste entre a loucura, fraqueza e desonra dos apóstolos e a sabedoria, força e honra dos coríntios.
- Descrição das privações e sofrimentos físicos dos apóstolos: fome, sede, nudez, pancadas, falta de moradia, trabalho manual.
- Identificação como escória do mundo e lixo de todos.
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Exortação Paterna e Anúncio da Vinda de Paulo (1 Coríntios 4:14-21)
- Esclarecimento do propósito da exortação, não para envergonhar, mas para admoestar como filhos amados.
- Envio de Timóteo, filho amado e fiel no Senhor, para lembrar os caminhos de Paulo em Cristo.
- Advertência contra alguns que estão enfunados, como se Paulo não fosse voltar.
- Promessa de breve volta, se o Senhor quiser, para conhecer não a palavra, mas o poder dos enfunados.
- Questionamento final sobre o modo da sua vinda: com vara ou com amor e espírito de mansidão.