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id da página: 3712 Schuon – Compreender o Islã Frithjof Schuon

Schuon Compreender Islame

FRITHJOF SCHUON — COMPREENDER O ISLÃ


Para alguns, este livro de Schuon pode não atrair por tratar aparentemente, conforme seu título, de uma tradição específica que não eventualmente não desperte interesse de conhecer. No entanto, a grande virtude do livro não está em somente apresentar a tradição islâmica com todo o domínio que dela tem o autor, mas na sua perspectiva tradicionalista e na sua abordagem metódica, que por si só justificam a leitura.

Temas do livro segundo suas seções (traduzido de Comprendre l’Islam)

  • Definição geral do Islã
  • Importância da verdade do Absoluto
  • A ideia de predestinação não abole a de liberdade
  • O Islã confronta o que há de imutável em Deus com o que há de permanente no homem
  • Islã e Cristianismo
  • No Islã, o homem é a inteligência, daí os dois testemunhos de fé
  • Da oração canônica e da “menção de Deus”
  • Qual é a originalidade do Islã?
  • A religião da certeza, do equilíbrio e da oração
  • Explicação dos dois Testemunhos de fé
  • Verdades metafísicas no primeiro testemunho
  • Verdades escatológicas no segundo testemunho
  • Qual é a causa da incompreensão fundamental entre Cristãos e Muçulmanos?
  • Do caráter não-histórico do Islã
  • A diferença fundamental entre as duas religiões aparece sobretudo no que cada uma detesta na outra
  • Explicação mais detalhada das diferenças ao nível dos dogmas
  • A questão da moral muçulmana
  • Da separação nítida, no Islã, entre o homem como tal e o homem coletivo, e, no entanto, há solidariedade
  • Por que o muçulmano não abandona, como o fazem o hindu e o budista, os ritos exteriores em função de tal método espiritual que possa compensá-los?
  • Do caráter meritório da sexualidade no Islã
  • A persuasão desempenhou um papel maior que a guerra na expansão do Islã
  • Equilíbrio e união no Islã
  • O Islã é um “espaço” e não um “tempo”
  • A norma humana para toda civilização tradicional não é o homem afundado na ilusão, mas o santo desapegado do mundo e apegado a Deus
  • Das duas “metades” da vida de um povo
  • O que se esquece quando se compara a civilização moderna e as civilizações tradicionais
  • Em que base uma civilização tem valor?
  • Distinção entre derrocada, decadência, degenerescência e desvio
  • O que significa, hoje em dia, a exigência de que a religião deve orientar-se para o social?
  • “A lentidão é de Deus, e a pressa de Satanás”, consideração sobre o ritmo de vida imposto pelas máquinas
  • Da relação entre o turbante e o Islã
  • Algumas palavras sobre o véu da mulher
  • Diferenças de temperamento e de gosto entre os mundos tradicionais
  • Da hipérbole simbolista
  • Os pilares do Islã
  • Dos caracteres essenciais do Islã, resumo
  • O fundamento da ascensão espiritual, é que Deus é puro Espírito, e que o homem se assemelha fundamentalmente a Ele pela inteligência
  • “Deus não criou nada mais nobre que a inteligência, e sua ira recai sobre quem a despreza”
  • “Deus é belo, e ele ama a beleza”

  • O Corão, grande teofania do Islã
  • Forma do Corão
  • O Corão, modelo por excelência da perfeição da linguagem
  • Razões das elipses audaciosas e das superposições de sentido no Corão
  • Aspecto mosaico de um texto sagrado
  • Importância dos comentários
  • O que é o sagrado?
  • Para compreender todo o alcance do Corão
  • O milagre de sua expansão
  • Magia divina e língua árabe
  • Unidade e multiplicidade do Corão
  • Da astúcia divina
  • Do simbolismo do livro
  • Metafísica da “Palavra” divina
  • Livro e criação de um mundo
  • Chaves de compreensão dos símbolos do Corão
  • Das suras apocalípticas e escatológicas
  • O Corão apresenta, por suas “superfícies”, uma cosmologia que trata dos fenômenos e de sua finalidade, e, por suas “arestas”, uma metafísica do Real e do irreal
  • Da imagética de luta
  • Da negação da Trindade cristã no Corão
  • Dos “infiéis”, de quem se trata?
  • Dos “povos do Livro”
  • Corão incriado e Corão terrestre
  • Do simbolismo do ar e do éter
  • Da respiração e da lembrança de Deus
  • O Islã, um “alargamento do peito”
  • Da “respiração universal”
  • Das razões pelas quais os Ocidentais têm dificuldade em apreciar o Corão
  • Os versículos do Corão transmitem seres, potências, talismãs
  • Do sentido da palavra “ilah” no primeiro Testemunho de fé
  • Da Basmalah
  • Da segunda Shahadah (Segundo Testemunho)
  • Inter-relação entre estas fórmulas
  • Rahman e Rahim
  • Do nome Allah
  • Análise metafísica e espiritual da Fatihah
  • Do papel das fórmulas no Islã, Louvor a Deus, Deus é maior, Se Deus quiser, Estava escrito, O que Deus quis
  • Do tecido de símbolos no qual vive o muçulmano
  • Da doutrina da Onipotência no Corão
  • Da predestinação
  • Qual é a grande contradição do homem?
  • “E Ele é poderoso sobre toda coisa”
  • Da questão do castigo divino
  • A propósito de críticas sobre o temor a Deus
  • Do julgamento de Deus no fim de nossa vida: na verdade é o homem que se condena a si mesmo
  • Do problema da culpabilidade
  • Da ideia de um inferno “eterno”
  • Do problema da sobrevivência após a morte
  • Do relato esotérico do encontro entre Moisés e El-Khidr no Corão
  • Do papel do upaiya
  • Do simbolismo da teia de aranha
  • Das calamidades deste mundo e da morte, por que sua existência?
  • Nunca se perguntar por que as desgraças se abatem sobre inocentes
  • Da justiça niveladora da morte
  • Uma das provas de nossa imortalidade
  • O Corão, como toda Revelação, é uma expressão fulgurante e cristalina do que é “sobrenaturalmente natural”
  • Da Prática do Profeta (Sunna)
  • De suas diversas dimensões
  • Da Sunna espiritual, concernente à “lembrança de Deus”
  • Das atitudes espirituais e das virtudes que se relacionam à Fitrah
  • Do objetivo da Sunna moral ou social
  • Questão da Sunna e da Religião Perennis
  • Uma longa citação de Niffari, que encarna o esoterismo propriamente dito
  • Do adab, a polidez tradicional
  • De uma palavra do Xeque Darqawi a propósito de uma certa Sunna
  • Relatividade de uma certa Sunna
  • Comparação com outras tradições (amidismo, japa-yoga)

  • Por que o Profeta não é tão convincente quanto o Cristo ou o Buda para o Ocidental?
  • A vida de Maomé: piedade, combatividade, magnanimidade
  • Ausência total, nele, de ambição
  • “Quem me viu viu Deus” ou da natureza “avatarica” do Profeta
  • O Profeta é a norma humana
  • Serenidade, generosidade, força
  • Força viril e pureza virginal
  • Do que implica a imitação do Profeta
  • Maomé é a forma humana orientada para a Essência divina
  • Do fundamento escritural da “Oração sobre o Profeta”
  • Da intenção iniciática desta mesma oração
  • O Profeta, o homem total e o homem “antigo” ou “primordial”
  • O sufi, à semelhança do Profeta, não quer nem “ser Deus” nem ser “outro que Deus”
  • Grande diferença com o culto cristão ou budista do Homem-Deus

  • Considerar a “via” (o sufismo) em sua realidade universal
  • Metafísica subjacente aos dois Testemunhos
  • Exoterismo e esoterismo
  • Digressão sobre a juventude atual que não quer mais ouvir falar de religião, nem de filosofia, nem de qualquer doutrina
  • Do abuso que é feito da noção de inteligência
  • A ciência demonstrou há muito tempo a inconsistência das Revelações?
  • O significado que damos à palavra “gnose”
  • Gnose cristã e gnose sufista
  • Amor de Deus (Cristianismo) e sinceridade da fé (Islã)
  • Sobre a prioridade da contemplação
  • O “ponto de vista metafísico” é sinônimo de interioridade
  • Do Corão como sacramento
  • Da concentração contemplativa
  • Do “dhikr”
  • A “lembrança de Deus” é ao mesmo tempo o esquecimento de si
  • Do Nome Allah
  • Dos Nomes divinos
  • Da oração sob o ângulo mais geral
  • Não há nenhum egoísmo na oração pura
  • Da necessidade de uma garantia tradicional e da virtude
  • É verdade que a verdade não precisa do Deus “pessoal”?
  • O que é uma virtude apofática?
  • Do simbolismo na arte sacra e na natureza virgem
  • O que é a arte sacra?
  • Do simbolismo primordial da natureza virgem
  • A sabedoria da natureza muitas vezes afirmada no Corão
  • Ortodoxia e esoterismo
  • O esoterismo mais puro comporta a verdade total
  • Da questão da origem do sufismo
  • Qual é a perfeição ou a santidade para as três religiões monoteístas?
  • Da causa da diversidade das religiões
  • Uma religião é uma forma — logo um limite — que “contém” o Ilimitado, se este paradoxo é permitido
  • O que é Evidência in divinis se torna Fenômeno sagrado em tal ordem
  • Da prova da transcendência cognitiva do intelecto
  • Do simbolismo da teia de aranha
  • De uma censura feita à gnose
  • Da censura de orgulho na gnose
  • Das duas sabedorias, metafísica e mística
  • Das duas dimensões, ascendente e descendente, da metafísica
  • De uma interpretação espiritual da noção de subconsciente
  • Do homem primordial antes da queda
  • Da inocência; O sufi é “filho do momento”
  • Resumo sucinto da Via no Islã
  • A quintessência da adoração; a quintessência da verdade