O mecanismo da vida parece estar baseado na noção de que o que os seres sencientes fazem é devido a um ato de volição da parte de cada tal objeto fenomenal.
É óbvio, entretanto, que reagem ao invés de agirem, e que sua vida está condicionada pelo instinto, hábito, moda e propaganda. Seu modo de vida é primordialmente uma série de reflexos, que deixam um espaço limitado para ação considerada e deliberada; ou seja, ação proposital que, superficialmente considerada, pode parecer ser o resultado de volição, ou o que é chamado um ato de vontade.
No entanto a «volição» é somente uma inferência, pois, buscando tanto quanto se queira, não se encontra um entidade para exercitá-la. Tudo que encontramos é um impulso que parece ser uma expressão da noção de "eu". Pareceria ser injustificável assumir que tal impulso poderia ser capaz de afetar a cadeia inexorável de causação ou, alternativamente, o processo de manifestação que produz eventos aparentes, a menos que ele mesmo fosse um elemento de um ou de outro.