Livro Décimo Quinto: Solução das objeções de Averróis sobre o intelecto. Cinco questões sobre a alma
- Ch. I — Primeira questão: Só há um intelecto único para todos os homens? — Não
- Ch. II — Refutação de Averróis — A inteligência é a forma do corpo. A ordem da natureza o demonstra com evidência
- Ch. III — Como a inteligência entra em contato com o corpo
- Ch. IV — Como a inteligência é apresentada ao corpo
- Ch. V — Como a inteligência está no corpo
- Ch. VI — A inteligência é a forma do corpo. As opiniões e os atos humanos o demonstram claramente. Primeiro argumento. O homem é um animal razoável.
- Ch. VII — Segundo argumento. O homem compreende
- Ch. VIII — Terceiro argumento. O homem se move livremente
- Ch. IX. — Quarto argumento. Os poderes da alma, as vezes se neutralizam, as vezes se estimulam mutuamente
- Ch. X — Quinto argumento. A inteligência separada não tem necessidade da fantasia
- Ch. XI — O intelecto agente e o intelecto possível são na alma um só poder
- Ch. XII — Resposta aos argumentos de Averróis. Da inteligência separada.
- Ch. XIII — Refutação dos argumentos de Averróis. Da inteligência única
- Ch. XIV — Signos demonstrando que não há inteligência única
- Ch. XV — Razões que provam que a inteligência não é única. Primeira razão. Sete consequências que disto decorrem são inúteis
- Ch. XVI — Segunda razão. A inteligência conserva as espécies e deve possuí-las todas desde muito tempo
- Ch. XVII — Terceira razão. Cada vez que sois sujeitos compreendem a mesma coisa alcança-se consequências absurdas
- Ch. XVIII — Quarta razão. Ou bem a ciência será a mesma em uma multitude de homens ou bem haverá nos mesmos homens qualidades inúteis
- Ch. XIX — Quinta razão. Haverá contraditórios no mesmo sujeito