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Espiral

GEOMETRIA SAGRADA — ESPIRAL

Excertos em grande parte do livro "The Mystic Spiral: Journey of the Soul (Art and Imagination)"

VIDE: Labirinto


Used in Espiral

Cristo coroando o Axis Mundi, a conexão vertical com o céu, equilibrada pela horizontal, princípio físico e as voltas da manifestação. Esta cruz Tau, a Árvore do Conhecimento, mostra o fluxo dentro do corpo, e seus centros de energia sutil, como um duplo eixo e espirais em oposição. A espiral central, o coração abrangente, expande como ondas do oceano para abarcar todo universo.


El uso iniciático de la escalera en espiral se explica por la identificación de los grados de iniciación con otros tantos estados diferentes del ser puede citarse como ejemplo, en el simbolismo masónico, la escalera de caracol ( winding stairs ) de 15 peldaños, distribuidos en 3 + 5 + 7, que conduce a la "Cámara del Medio". En el otro caso, los mismos estados jerárquicos se representan también por los peldaños, pero la disposición y la forma misma de éstos indican que no es posible detenerse en ellos y que no son sino el instrumento de una ascensión continua, mientras que es posible siempre permanecer un tiempo más o menos largo sobre los peldaños de una escalera, o por lo menos en los "descansos" existentes entre los diferentes tramos en que aquélla se divide. (René Guénon)

René Guénon: DUPLA ESPIRAL

A “Criação” — ou melhor a “Manifestação”, para não se usar uma terminologia excessivamente teológica — está simbolizada por um helicoide cilíndrico cujo “passo” é infinitesimal e cujo número de espiras é indefinido — representando cada uma delas um grau, um estado da Existência universal —. Assim, a saída de uma espira corresponde, para um ser, a uma morte, e a entrada na espira seguinte, um nascimento, como expõe Matgioi na A Via Metafísica. A situação de um ser no interior de uma dada espira (não sendo o estado humano nada mais que uma dessas inumeráveis espiras) é a resultante, ao mesmo tempo, das possibilidades deste ser destinadas a manifestar-se especificamente nesse estado considerado, e da ação do mesmo indivíduo no graus, as espiras anteriores, segundo a lei do “karma”, para os hindus, ou para a tradição extremo-oriental que é a que interessa particularmente a Matgioi, das “ações e reações concordantes”. Segundo Jean Robin, deve-se precisar que a “espira humana” — se é cabível tal expressão — não somente compreende o estado corporal bruto mas também todos os seus prolongamentos invisíveis, que constituem o “mundo intermediário” ou sutil, ou psíquico, para usar termos diferentes que designam uma realidade única.

Se considerarmos um ser em uma espira particular, então podemos simbolizar seu estado por um plano horizontal engendrado por uma cruz de duas dimensões, e ao próprio ser por uma linha vertical que corta em ângulo reto o plano horizontal, enquanto se prolonga “indefinidamente”em ambos os sentidos. Como explica René Guénon, no "Simbolismo da Cruz", “a manifestação do ser neste estado será determinada pela intersecção da vertical considerada com o plano horizontal” ou em outros termos, “a natureza individual de um ser resulta antes de tudo do que é em si mesmo (Personalidade, Si mesmo) e, secundariamente, das influências do meio”.

Titus Burckhardt: ALQUIMIA

Si se representa simbólicamente la inmutable acción divina que ordena el mundo en forma de un eje estático y vertical, el «curso» de Naturaleza es entonces una espiral que se enrosca en torno a aquel eje, de manera que con cada vuelta realiza una etapa o un plano de la existencia. Es el símbolo antiquísimo de la serpiente o el dragón que se enrosca en torno al eje o al árbol del Universo. (Véase René Guénon, Le Symbolisme de la Croix)

Casi todos los símbolos de la Naturaleza se basan en la espiral o en el círculo. El ritmo de ese constante «arrollar» y «desarrollar» de la Naturaleza, el del solvet et coagula alquímico, se representa por medio de la doble espiral, esquema que aparece asimismo en los dibujos zoomorfos de la shakti. Con esto se relaciona también la figura de las dos serpientes o los dos dragones que se enroscan en direcciones opuestas en torno a una vara y que representan las dos fases antagónicas de la Naturaleza o las dos fuerzas primordiales (Véase René Guénon, Le Symbolisme de la Croix). Éste es el legado ancestral de las imágenes de la Naturaleza en el que se han inspirado, además de la alquimia, ciertas tradiciones orientales, en especial, la tántrica.


Theosophia

Jacob Boehme: Used in Espiral

A imagem publicada por William Law ilustrando sua edição das obras de Jacob Boehme demonstra a concepção de Deus como imanente e transcendente. Representado no centro YHWH do cosmo e do homem, no ponto extremo, que se distancia e se aprofunda, de uma espiral. Em sua "Roda da Natureza", ao mesmo tempo celestial e imagem da mente do homem, Boehme afirma que se enrola a si mesma de fora para dentro de si; pois a Deidade habita interiormente em si... assim como Deus é em toda parte Total e perfeito, assim habita nele mesmo".