Skip to main content

Horizonte

FENOMENOLOGIA — HORIZONTE


VIDE: HORIZONTE E COMPLEMENTARIDADE 1-3; HOROS

Além da noção geográfica e até mítica, exposta por Eudoro de Sousa (Horizonte e Complementaridade 1-3), sua forma figurada foi utilizada pela fenomenologia. Husserl usou-a primeiro no domínio perceptivo. Além dos objetos percebidos e aqueles que estão co-presentes à intuição, é preciso considerar um «horizonte obscuramente consciente de realidade indeterminada», que atravessa e ambienta o campo atual da percepção, na ordem espacial e temporal (Ideias diretrizes para uma fenomenologia). O tema de um «horizonte infinito de aproximações» na ordem do conhecimento aparece, em seguida, por referência a ideia de uma evidência perfeita, de um preenchimento integral da intenção significante, tal qual é compreendida no fim que se propõe toda ciência. O sentido intemporal e ideal de todos os objetos lógicos remete da mesma forma a um horizonte infinito de potencialidades subjetivas (Meditações cartesianas). Jamais o horizonte aparece como um dejeto da experiência: ele contribui essencialmente para seu sentido. A especificidade da noção de horizonte é de sempre remeter ao ponto de vista de um sujeito ou de uma situação dada, por oposição a um ponto de vista absoluto. (Notions philosophiques)


Esta palabra sandhya ( derivada de sandhi, punto de contacto o de junción entre dos cosas ) sirve también, en una acepción más ordinaria, para designar el crepúsculo ( de la mañana o de la tarde ), considerado del mismo modo como intermediario entre el día y la noche; en la teoría de los ciclos cósmicos, designa el intervalo de dos Yugas. (René Guénon)