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id da página: 2548 SIMBOLISMO MÚSICA

Marius Schneider

SIMBOLISMOMÚSICA — MARIUS SCHNEIDER (1903-1982)

Segundo Joscelyn Godwin em seu livro Cosmic Music: Musical Keys to the Interpretation of Reality, Marius Schneider foi um musicólogo que tinha a intenção de reviver a antiga disciplina de Musica Speculativa, de música como um espelho (do latim speculum) diante da realidade. Sua abordagem se dá através da recriação da cosmogonia musical das civilizações arcaicas. Segundo Schneider, "o mundo primeiramente criado é um mundo de puro som", que pode conter sons com de uma corredeira, gritos de animais, etc., mas que estes não são sons destas coisas, pois coisas ainda não existem. Objetos concretos são criações secundárias, não causas mas consequências de seus sons. Qualquer outra concepção que podemos formar do mundo primordial é meramente nossa própria visualização de seus eventos de puro som. Schneider vai além trilhando a hierarquia de ser ainda mais fundo, ou acima: "No princípio nhá nada mas uma absoluta quietude" — que Godwin entende como o estado de Deus antes da criação, e seu eterno auto-continente não manifestado, independente da existência ou não de um cosmos. Neste silêncio, "os primeiros pensamentos, ritmos inaudíveis, levantam-se. Tais ritmos são o modelo para a criação cósmica concreta... Então o primeiro ato tem lugar; e este ato foi a expressão do pensamento na forma de um som rítmico... O ritmo é o criador e continente do mundo". (VIDE AS CONDIÇÕES DE EXISTÊNCIA TEMPORAL)


RESUMO

A ORIGEM MUSICAL DOS ANIMAIS-SÍMBOLOS NA MITOLOGIA E NA ESCULTURA ANTIGAS

  • Introducción
  • CAPITULO I. CANTAN LOS ANIMALES (tradición primitiva)
    • I. Culturas pretotemisticas y totemisticas
      • Filosofía primitiva de la Naturaleza.
        • Tesis y antítesis.
        • Analogía e inversión.
        • Razonamiento por analogía.
        • Ritmo común. Imitación.
        • Alma y cuerpo.
        • Melodía del alma
      • Animales-símbolos.
        • Timbre vocal y horario místico.
        • Totemismo musical.
        • Canciones.
        • Canción propia.
        • Imitación rítmica.
        • Ritmo vocal e individualidad.
        • Músinia imitativa.
        • Tiempo y espacio.
        • Visualización del ritmo musical
      • Ritmo vivido y ritmo sabido.
        • Psicología primitiva.
        • Inconstancia de los objetos y realidad rítmica.
        • Tipos rítmicos.
        • Ritmos incidentales v accidentales.
        • Percepción sensorial de los ritmos.
        • Formas rítmicas.
        • Analogías en el reino animal
      • Oído.
        • Naturaleza acústica del alma.
        • Naturaleza rítmica del lenguaje.
        • Unidad de los sentidos.
        • Arraigo cósmico del pensar místico.
        • Ritmo-símbolo.
        • Generalización.
        • Origen vocal del símbolo
    • II. Culturas altas y medias
      • Símbolos defectivos.
        • Abandono de la imitación realista
      • Supervivencias.
        • Especulaciones mágicas.
        • Correspondencias místicas.
        • Símbolos instrumentales.
        • Fecundidad y sacrificio
      • Animales fabulosos.
        • Las altas culturas.
        • Sistema tonal.
        • Círculo de quintas