A propriedade que define o conjunto de sete passagens da narrativa de RBN deve ser cuidadosamente anotada. O único critério para inclusão neste conjunto de passagens é se todos os passageiros da Karnak experimentaram alguma sensação. Não importa se uma passagem afirma que todos os passageiros experimentam alguma sensação ou se isto está somente implicado; não importa se a sensação compartilhada oferece informação aos passageiros, ao capitão, ou a ambos; e finalmente não importa se a causa da experiência compartilhada esteja dentro da nave ou fora dela.
Como se verá abaixo, pelas citações, todos os passageiros a bordo da Karnak compartilham uma sensação auditiva na primeira citação; uma sensação visual na segunda, uma sensação gustativa nas terceira e quarte citações; uma sensação de natureza não especificada na quinta; uma sensação nos estômago na sexta; e uma sensação visual na sétima citação. Como a Karnak representa o corpo planetário, esses momentos de sensação simultânea e única de todos os passageiros, todos os eus, representam o estado de «sensação completa de todo si mesmo», fundamental no trabalho sobre si mesmo.
Pedindo licença o capitão levantou-se para sair, explicando enquanto assim fazia que ele devia estar sendo demandado para algo muito importante, posto que todos sabiam que ele estava com sua Reverência Justa [B] e não se aventuraria a perturbar os ouvidos de sua Reverência Justa por qualquer coisa sem insignificante. (RBN I-5)
Isto significava que a nave Karnak estava se aproximando de sua destinação, ou seja o planeta Revozvradendr. Logo, um movimento animado iniciou entre os passageiros se preparando para descer da nave.
B, Hassein e Ahoon finalizaram sua conversação e apressadamente começaram a se preparar também.
O brilho fosforescente dos cascos foi obtido porque, concentradas em uma proporção particular, foi dirigido da sala de máquinas a essa parte da nave as santas partes do sagrado Okidanokh Onipresente. (RBN II-30)
Isso significava que sua nave estava se aproximando daquele lugar de sua destinação, no caso dado o santo planeta Purgatório.
Isto significava que a nave Karnak estava agora aproximando algum planeta, a saber, um lugar de parada imprevista.
Esta manifestação artificialmente produzida era o anúncio para os passageiros sobre sua reunião na denominada comum «Djameechoonatra», uma espécie de «refeitório monasterial» terrestre no qual o segundo alimento-esseral é coletivamente tomado. (RBN III-46)
Tudo isso significava que um dos grandes Egolionopties Cósmicos estava a se alinhar à nave-espacial Karnak.
E de fato através das partes transparentes da nave Karnak a fonte desse «algo azul pálido» logo se tornou visível, que iluminava não somente a totalidade do interior da nave Karnak mas também todo o espaço do Universo cercando este grande cósmico Egolionopty até onde a visão ordinária dos entes podia alcançar.
Destes grande Egolionopties existem somente quatro no Universo e cada um deles está sob a jurisdição de um dos quatro Mantenedores-de-Todos-Quadrantes do Universo.
Uma comoção apressada e ansiosa teve início entre todos os entes a bordo, e em um curto tempo todos os passageiros e a tripulação reuniram-se no salão principal situado no centro da nave.
Cada um deles carregava um ramo de mirta em uma mão e um Devd'el Kascho na outra.
Quando o grande Egolionopty cósmico alinhou-se com a nave Karnak, certas parte da última foram movidas aparte de uma maneira especial e aí passaram do Egolionopty para o salão principal da nave uma procissão composta de vários arcanjos e uma multidão de anjos, querubins e serafins, e eles todo também portavam ramos em suas mãos, mas de palma.
À frente desta procissão caminhava um venerável arcanjo e imediatamente após ele dois querubins seguidos solenemente, portando um capacete do qual algo também irradiava, mas desta feita algo vermelho.
Diante de todos no salão principal da nave Karnak mantinha-se B e atrás dele se alinhavam seus parentes e o capitão da nave e todos os outros mantinham-se atrás deles a uma distância respeitável.
Quando a dita procissão do Egolionopty aproximou-se dos entes da natureza de B que estavam reunidos em expectativa, eles pararam e todas ambas forças, entes tricerebrais de diferentes naturezas, juntaram-se em cantando o «Hino a nossa INFINITUDE», hino o qual é sempre cantado em tais ocasiões por toda parte do Universo, por entes de todas as naturezas e todas as formas de revestimento exterior. (RBN III-47)