Segundo Arthur Versluis, a ênfase na revelação atemporal ou gnose dentro da Cristandade é mantida por aqueles que tradicionalmente são chamados "teósofos" (vide Theosophos. A palavra "teosofia" — theos, "divino" e sophia, "sabedoria" — refere-se a autêntica tradição gnóstica dentro da Cristandade, que vai de Dionísio o Areopagita, através de Clemente de Alexandria e Orígenes, a Máximo o Confessor, João Escoto Erígena, Mestre Eckhart, Johannes Tauler, Jacob Boehme, Gottfried Arnold, Franz von Baader, até a era presente. Teósofos são por vezes católicos romanos, por vezes protestantes, por vezes ortodoxos. Estão unidos, entretanto, dentro da tradição cristã, em suas afirmações comuns da experiência espiritual autêntica e transmutação. As palavras "gnóstico" e "teósofo" são de fato intercambiáveis, embora "teósofo" esteja geralmente referindo-se a místicos alemães dos séculos XVII, XVIII e XIX, ou aqueles diretamente influenciados por estes.
Alguns estudos notáveis da Theosophia:
- Alexandre Koyre
- Berdiaeff
- Pierre Deghaye
- Bernard Gorceix
- Frances Yates
- Daniel Pickering Walker
- Antoine Faivre
- Joscelyn Godwin
- Arthur Versluis