Aquela cuja característica é que ela mesma não possui causa alguma, segundo a escolástica aristotélica.
A distinção, no estudo das causas (do porque das coisas), entre causa acidental e essencial, e entre causa principal e instrumental, ganhou proporções desde Aristóteles, na argumentação metafísica e teórica, especialmente na busca da causa das causas — uma primeira ou suprema causa. A prova aristotélica de um primum mobile (primeiro móvel ou primeiro motor) depende da proposição de que não pode haver um infinito número de causas para um dado efeito. Mas, como Aristóteles sustenta que o mundo é sem começo e sem fim e que o tempo é infinito, pode se conjecturar porque a cadeia de causas não pode da mesma forma se estender até o infinito.
Así, lo Perfecto es el Principio supremo, la Causa primera; él contiene todas las cosas en potencia y las ha producido todas; pero entonces, puesto que no hay más que un Principio único, ¿qué hay de todas las oposiciones que normalmente se consideran en el Universo: el Ser y el No-Ser, el Espíritu y la Materia, el Bien y el Mal? Nos encontramos aquí en presencia de la cuestión planteada desde el comienzo, y ahora podemos formularla de una manera más general: ¿cómo la Unidad ha podido producir la Dualidad?
Ananda Coomaraswamy: CAUSA PRIMEIRA
... uma primeira causa, sendo ela mesma não causada, não é capaz de prova (experiência = aisthesis), mas é axiomática (Tempo e Eternidade); ou seja é auto-evidente, para o Si que somente pode compreender o Si (intuição intelectual).
Tradição platônica