VIDE: BRAHMAN
Vedanta
"Aquilo de que todas estas coisas tiram sua origem; aquilo pelo qual, uma vez criadas, elas vivem; aquilo em que, em se retirando elas entram: isso, busque conhecer, é Brama."
"Irreal, verdadeiramente, assim era no princípio. É daí, com efeito, que o real saiu. Antes da criação, este universo era Brama ele mesmo, chamado aqui Irreal, Não-Ser. Em consequência deste Não-Ser, nasceu o ser com os nomes e as formas (namarupa) específicas distintamente marcadas."
"Não se pode nem mesmo dizer que ele é um: como pode haver um segundo outro que Isto? Não há nem absoluto, nem não absoluto, nem não entidade, nem entidade, porque ele é absolutamente não-dualidade em sua essência."
"Embora ele seja desprovido da distinção do Conhecedor, do conhecimento e do conhecido, ele é no entanto e sempre o Conhecedor."
"Tua grandeza, ninguém pode compreendê-la, mudos são os Vedas."
René Guénon: UNIDADE E IDENTIDADE DO SI MESMO
"Ninguna distinción ( que se apoye sobre modificaciones contingentes, como la distinción del agente, de la acción, y de la meta o del resultado de esta acción ) invalida la unidad y la identidad esenciales de Brahma como causa ( Kârana ) y efecto ( Kârya ). Es en tanto que nirguna como Brahma es Kârana, y en tanto que saguna como es Kârya; el primero es el "Supremo" o Para-Brahma, y el segundo es el "No Supremo" o Apara-Brahma ( que es Ishwara ); pero de ello no resulta que Brahma deje en cierta manera de ser "sin dualidad" ( advaita ), ya que el "No Supremo" mismo es completamente ilusorio en tanto que se distingue del "Supremo", como el efecto no es nada que sea verdadera y esencialmente diferente de la causa. Hacemos notar que jamás debe traducirse Para-Brahma y Apara-Brahma por "Brahma superior", y "Brahma inferior", ya que estas expresiones suponen una comparación o una correlación que no podría existir de ninguna manera.