VIDE: DIVINDADE; BRAHMA; VISHNU; SHIVA
Christophe Andruzac: RENÉ GUÉNON, LA CONTEMPLATION MÉTAPHYSIQUE ET L'EXPÉRIENCE MYSTIQUE
As doutrinas orientais distinguem Brama nisto que é inacessível à inteligência (dele não conhecendo senão o «an sit») de Ishwara, que é o Ser Primeiro conhecido segundo certas determinações distintivas (infinidade, eternidade, imutabilidade, unidade, etc.). A Sabedoria hindu diferencia três «manifestações» de Ishwara, que são três modos da causalidade do Ser Primeiro: Ishwara, é Brama enquanto doador do esse; Vishnu enquanto doador da vida; Shiva enquanto transformador — no sentido forte de princípio que permite ao ser dotado de espiritualidade, e a ele só, rejuntar seu Si. Dizer que alguns, e não poucos, aí viram um politeísmo!
René Guénon: ESTADO DE SONO PROFUNDO
Por otra parte, el ternario de Sachchidânanda, que es coextensivo al Ser, se traduce también, en el orden de la manifestación informal, por el que se distingue en buddhi, y del cual ya hemos hablado: el Matsya-Purâna, que citábamos entonces, declara que, "en lo Universal, Mahat ( o buddhi ) es Ïshwara", y prajna es también Ïshwara, al cual pertenece propiamente el kârana-sharîra. Se puede decir todavía que la Trimûrti o "triple manifestación" es solo la "exterioridad" de Ïshwara; en sí mismo, éste es independiente de toda manifestación, de la cual él es el principio, puesto que es el Ser mismo; y todo lo que se dice de Ïshwara, tanto en sí mismo como en relación a la manifestación, puede decirse igualmente de prajna que se le identifica. Así, fuera del punto de vista especial de la manifestación y de los diversos estados condicionados que dependen de él en esta manifestación, el intelecto no es diferente de atman, ya que éste debe considerarse como "conociéndose a sí mismo por sí mismo", puesto que entonces ya no hay ninguna realidad que sea verdaderamente distinta de él, puesto que todo está comprendido en sus propias posibilidades; y es en este "Conocimiento de Sí mismo" donde reside propiamente la Beatitud.
Tradições da Índia
Alain Daniélou: Excertos resumidos de "LE POLYTHÉISME HINDOU". Buchet Chastel,1975.
"Deus" (Ishvara) e a ilusão da Unidade divina
A noção de dualidade só pode se aplicar àquilo que já é múltiplo posto que a primeira manifestação do não-dual implica uma trindade. A Unidade só aparece quando se quer considerar globalmente como um todo, os três aspectos da Trindade e suas naturezas ou poderes respectivos assim como o substrato que é a Imensidade que elam mesma está além do número. A noção da unidade divina parece ser uma ficção, uma construção mental, espécie de projeção pelo ser vivo de sua noção do "mim mesmo" no complexo causal, a criação de um deus à imagem do homem. "Deus (Ishvara) se torna uma individualidade particular na qual não se encontrariam traços de dor ou de desejo que não seria afetada por suas próprias ações" (yoga-sûtras, 1,24).
(...)
A unidade e a interdependência das três tendências fundamentais, como uma única entidade é denominada Ishvara, o Senhor. é desta noção que aparentemente derivou a ideia simplificada que os monistas tem do divino. O Senhor representa o estado de equilíbrio das três tendências e enquanto tal corresponde ao estado neutro da Ilusão.
Nos textos religiosos, o Senhor (Ishvara) é denominado Bhagavan (o Todo-Poderoso). Este termo queria provavelmente afirma na origem "aquele que direito a uma parte" e se aplicava assim àqueles que tinham direito a um parte inteira dos bens da tribo. A palavra se tornou uma denominação polida para com toda pessoa respeitável e também para com os deuses.
- rajas em sattva, a existência na consciência é a natureza da Divindade, de Ishvara.
- A Pessoa-indestrutível (Akshara-purusha) ou Permanente, representando as leis invariáveis do Universo e correspondendo à Divindade-manifestada (Ishvara).