A Lua é filha da terra na ciência desde o século XIX e no mito, desde os primórdios da humanidade. A teoria moderna faz eco distante do mito grego de Selene nascida de Teia. A lenda grega é muito mais sugestiva do que se deve considerar a respeito de nosso único satélite: Selene (Lua) era filha de Teia (Planeta Terra), e Hiperião, o Sol; foi amada por Pan, o mundo da Natureza, mas enamorou-se do mortal Endimião, humanidade, que Zeus tinha lançado em um sono sem fim. Aqui estão indicações de muitos papeis, bem mais convincentes do sentido da Lua para o Homem e o Planeta Terra.
Primeiro é preciso entender um padrão que se reproduz, aquele de um núcleo vitalizador ao redor do qual giram certo número de satélites. Assim o Sol e seus Planetas, os planetas e suas luas, o núcleo do átomo e suas partículas. Vemos uma analogia de pai-família, mestre-discípulo, etc. Conforme o número de elementos ao redor tenhamos que considerar uma maior «responsabilidade» do centro, uma troca maior, um serviço maior, etc..