VIDE: autoridad; eclesiologia; iniciação; jivan-mukta; Krishna; método; peregrino; profeta; via
Evangelho de Jesus: Mt 10,24-25; Lc 6,40; Jo 13,16; Jo 15,20; Apostolado
Antes de citarmos algumas colocações relevantes sobre a questão da transmissão do ensinamento tradicional, através da relação mestre-discípulo, é importante ressaltar um dito do profeta Jeremias, que seria tão importante de ser refletido por todos nós, mas em particular pelos "crentes" e evangélicos, no ato "apostólico" (v. Apostolado para uma justa compreensão deste ato):
René Guénon: Guenon Guru; Guenon Falsos Mestres
Yves Albert Dauge: Revista Epignosis 17 (1987) — Dauge Mestre
Heinrich Zimmer: Zimmer Mestre
Peter Kingsley: Kingsley Mestre-Discípulo
Ante una figura espiritual como la suya, la pregunta que nos viene espontáneamente al pensamiento es la de quiénes fueron sus maestros. Ibn Arabi conoció y tuvo muchos maestros; sus numerosos viajes y peregrinaciones le permitieron conocer a casi todos los maestros sufíes de su tiempo. Y, sin embargo, nunca tuvo realmente más que uno y éste no se contaba entre los maestros visibles ordinarios: imposible encontrar su nombre en los archivos, establecer sus coordenadas históricas o situarlo en un momento determinado en la sucesión de las generaciones humanas. Ibn Arabi fue ante todo un discípulo de un maestro invisible, el maestro interior por el que su devoción no decayó jamás, la figura misteriosa del profeta al que tradiciones múltiples, a la vez significativas y confusas, confieren los rasgos que le emparentan, o tienden a identificarlo, con Elías, san Jorge, o con otros personajes. Ibn Arabi fue ante todo el discípulo de Khezr (Khadir). Más adelante trataremos de comprender lo que puede significar e implicar «ser discípulo de Khezr». En todo caso, tener un maestro espiritual que por su relación confiere al discípulo una dimensión «transhistórica», presupone una aptitud para vivir acontecimientos que tienen lugar en un plano distinto al de la banal realidad física, acontecimientos que se transmutan de manera espontánea en símbolos. HCIbnArabi
Commentaries On The Gospel Of Thomas. Excerpts from the Marsanne talks, 2015
Então, aqueles que afirmam ser realizados, que falam como seres realizados, isso é um sonho!
Aquele que afirma que é realizado pertence ao sonho. Ele pertence ao inferno porque inferno significa diferenças. Quando há um que é realizado, há outro que não é realizado e isso é inferno. Nos Upanishads é claramente afirmado: Aquele que afirma que é um jnani não é um jnani. E aquele que afirma que é um mestre precisa encontrar seu mestre. Desta forma, quem pode afirmar que é realizado? Apenas em um sonho existem seres realizados. Portanto, eles são fantasmas realizados. E quem se importa com fantasmas realizados? Fantasmas, quem mais!
Oh, meu Deus, um fantasma realizado! Mas quem se importa se alguém afirma que é realizado e o outro não? A Realidade não se importa. Que diferença faz se um diz que é realizado e o outro diz que não é? Ambas as afirmações são falsas! Quer digam que são realizados ou não, ambos são o que são. Nenhuma diferença. Porque somos Isso, não importa o quê. Podemos afirmar o que quisermos, quem se importa?
A única razão para a afirmação é o desejo de ser um mestre e dominar os outros. É baseada na hierarquia: “Eu sei mais do que você, eu sou realizado e você não é. Meu coração está aberto e o seu está fechado”. Tudo isso é baseado em diferenças de níveis, é uma competição para saber quem é o mais elevado.
Se um discípulo vem ver um mestre, obviamente é para pedir seu conselho. É o mestre que participa do jogo do discípulo.
Ambos são jogados pela consciência. A consciência joga o mestre e o discípulo, isso é tudo. Ninguém tem consciência, ninguém joga, todos são jogados. É apenas um jogo. Podemos chamar isso de alegria, uma dança de energia, Vida em ação, o que quisermos. E nada acontece. Nenhum problema.