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id da página: 6919 Relatos de Belzebu I-7

Relatos de Belzebu I-7


VIDE: DEVER-ESSERAL; OBRIGAÇÕES
Resumo a partir da versão em inglês publicada em 1950

LIVRO I

RBN I-7 => VII TORNANDO-SE CONSCIENTE DO GENUÍNO DEVER-DO-SER => RBN I-8

  • Pensamentos melancólicos de Hassein, neto de Belzebu
    • Ele se dá conta que nada no Universo é como já foi anteriormente
    • A própria nave em que viajam era algo de outra natureza anteriormente
    • Certos entes no passado durante um bom tempo trabalharam e sofreram bastante para disponibilizar o que agora temos
    • Fizeram de modo consciente ou não pelo bem de nós, entes desconhecidos e indiferentes para eles
    • As coisas que disponho não nasceram comigo como meu nariz
    • Este sentimento em minha presença faz surgir a necessidade de tornar claro para minha Razão porque tenho todos estes confortos e que obrigações acarretam
    • Nasce em mim um "processo-de-remorso"
  • Recomendações de Belzebu
    • Não se pôr estas questões para si mesmo ainda
    • Não ser impaciente
    • Aguardar o período de sua existência próprio para se tornar consciente de tais questões-essenciais
    • Então mentalizá-las ativamente, permitirá compreender o que deve ser feito em contrapartida
    • Idade atual de Hassein não o obriga ainda a pagar por sua existência
    • Idade de preparação para o futuro, para as obrigações naturais de um ente tricerebral
    • Por enquanto «exista como existes»
    • Não se esqueça de uma coisa, na sua idade é indispensavelmente necessário que todo dia, durante a aurora do dia, enquanto vendo o reflexo de seu esplendor, busques um contato entre tua consciência e as várias partes inconscientes de tua presença geral. Tentes fazer este estado durar e convenças as partes inconscientes — não como se fossem conscientes — que se impedirem teu funcionamento geral, elas, no período de tua idade responsável, não somente poderão consumar o bem que a elas cabe, mas tua presença geral da qual fazem parte, não será capaz de ser um bom servente para Nosso CRIADOR INFINITO COMUM e por isto não serão nem mesmo dignas de pagar por seu surgimento e existência.
    • Tudo em seu devido tempo...