VIDE
Angel Cilveti
Excertos de "Introducción a la mística española"
Entre los musulmanes, el término correspondiente a la ascética es el de zuhd: renunciación a todo lo que no es Dios (y el más corriente de sufismo, que conviene también a la mística). Está íntimamente ligado a la mística musulmana en una relación similar a la ascética cristiana con la mística. Hasid (devoto), tahor (puro), yashar (sincero) son los términos hebreos para designar al asceta. El misticismo judío requiere igualmente ejercicios ascéticos. En el hinduismo son varios los términos que se aplican al asceta, como sannyasi (el que abandona el mundo), gosain (el señor de sus pasiones) y, en general, yogui, que abarca también al místico.
Seção Ascetismo e Misticismo
René Guénon
Frithjof Schuon
- O ESOTERISMO COMO PRINCÍPIO E COMO VIA
- Mas há ainda outra perspectiva que encontramos em todo ambiente religioso, ou seja, a do ascetismo penitencial. Em vez de partir da ideia de que todo excesso é um mal e que o bem se situa entre dois excessos, como o quer Aristóteles e como o ensina também o Islamismo global, esse ascetismo vê o bem no excesso de desapego; e isso também se justifica, dependendo do ponto de vista, do temperamento, da vocação, do meio. Conforme essa perspectiva, não há excesso: há simplesmente sinceridade e totalidade; todavia, essa atitude não pode ou não quer revelar toda realidade humana ou, mais precisamente, espiritual.
Ananda Coomaraswamy
Budismo
Contribuição e tradução de Antonio Carneiro das páginas 33 até 35
(b) Texto fundamental para o conhecimento da posição do Buda frente ao ascetismo é o Kassapasihanadasuttam (Digha I,p.161). Neste sutta enumeram-se uma série de práticas de caráter ascético, algumas realmente extravagantes. Frente a ditas práticas de mortificação, Buda declara formalmente, p.167 (15), que “está longe da condição de samán e da condição de bhramán aquele que não pratica a disciplina moral (silasampada), que não educou sua mente (cittasampada), que não realizou o supremo conhecimento (paññasampada), por muito que pratique ascetismo e mortificações”. Buda declara igualmente (ibidem) que “o verdadeiro samán e o verdadeiro bhramán é aquele bikkhu que cultivou em si um espírito de benevolência, sem ódios incapaz de fazer dano, e que, destruídas as impurezas de sua mente, vive tendo realizado por si mesmo, neste mundo, mediante o conhecimento, a liberação de sua mente”. A mesma atitude se faz presente no Udana, p.6 (9), onde Buda vê vários ascetas praticando penitências na água gelada e declara que não é pela água mas sim mediante a verdade e o dharma que se obtém a purificação.