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Bibliografia
- The I Ching The Sacred Book Of China — James Legge
- The oldest book of the Chinese, the Yh-king, and its authors, Terrien de Lacouperie, d. 1894
- YI KING — Traduction de Paul-Louis-Félix PHILASTRE (1837-1902) — tradução recomendada por René Guénon
- Le YI KING — Traduction de Charles de HARLEZ (1832-1899)
Alleau: ASPECTS DE L'ALCHIMIE TRADITIONNELLE
Um dos livros mais antigos da humanidade, o Y-KING, se apresenta como um conjunto de signos aos quais foram associados, em seguida, nomes e breves comentários. Apesar dos inumeráveis trabalhos dos letrados chineses e as investigações da crítica moderna, ignora-se ainda o sentido real dos hexagramas que parecem ter sido sobretudo utilizados na adivinhação pelo casco da tartaruga. A importância excepcional da influência deste livro sobre o pensamento chinês na está de pleno acordo com este papel secundário de manual de adivinhação. Sem dúvida seria mais exato de aí ver um memento sacerdotal destinado a iniciados aos mistérios arcaicos da antiga religião agrária. Preservado da destruição pelo fogo que, em 213 aC, sob o reino de Tsin Che Houang Ti, eliminou um grande número de documentos, o Y-King aparece como um testemunho, milagrosamente poupado, dos tempos semi-históricos de Hoang-Ti, o célebre «imperador amarelo» ao qual a tradição atribui um número considerável de invenções da mais alta importância.
[...] Podemos portanto considerar que o «Y-King» primitivo não devia contar mais que sessenta e quatro hexagramas pois está estabelecido que os «touan», comentários em verso, e os apêndices ou «asas» foram adicionados em épocas relativamente recentes.