VIDE: EIKON; WEBLINKS EM SIMBOLISMO
TERMOS CORRELATOS E ALGUNS SÍMBOLOS: APARÊNCIA; ARCA; ARCO E FLECHA; ARTES; ARQUETIPO; BRAHMÂNDA; CASA; CRUZ; DRAGÃO; ESPELHO; ESPIRAL; FONTE; LÓTUS; NUVEM; ORVALHO; PEDRA; PÉROLA; PEIXE; POÇO; PORTA; ROSA; SWASTIKA
- Antigas acepções
- symbolon (plural, symbola): marca de reconhecimento, objeto cortado em dois, onde cada parte era conservada por aqueles que assim se reconheciam, e passavam sua parte para seus descendentes.
- Credo. Para os teólogos e teósofos, os filósofos e os mistagogos: formulário das verdades principais podendo servir de signo de agrupamento.
- Acepções clássicas
- O símbolo, sobretudo para os esoteristas, se define como uma CORRESPONDÊNCIA natural de significante a significado. Há uma ligação de parentesco ou de simpatia, ligação portadora de sentido, entre forma e fundo de unidades. Tudo pode ser símbolo, quer dizer simbolizando ou simbolizado: um evento, um ser, um objeto, uma coisa, um estado, uma ação, um sentimento, um desejo, uma ideia, mas tudo não pode ser símbolo de tudo: o vermelho é símbolo de sangue que é símbolo de alma sem que o vermelho seja símbolo de alma. Aqui o símbolo é gnose, e não mais significante somente.
- No sentido restrito, o símbolo exprime uma ANALOGIA natural e poderosa entre um elemento de uma ordem "inferior", "material" e um elemento de uma ordem "superior", "moral", isto em uma direção (do literal ao figurado) ou em outra.
- Sentido pobre, onde o símbolo se apresenta como analogia emblemática.
- Símbolo cultural, representação concreta de uma ideia, de uma realidade, de um valor, formulado por uma tradição no interior de um conjunto cultural preciso, e indicando uma ligação exterior entre representante e representado.
- Símbolo científico
- Personificação
- SÍMBOLOS DA CIÊNCIA SAGRADA
- MITOS, MISTÉRIOS E SÍMBOLOS
- SIMBOLISMO E FILOSOFIA
- Cabe ainda outra observação antes de prosseguirmos: nesse caso, como em todos os demais do mesmo gênero, seria um grande erro acreditar que a consideração dos sentidos superiores se opõe à admissão do sentido literal, ou que o sentido superior anula ou destrói o sentido literal, ou ainda que de certa maneira o falseie. Na verdade, a superposição de uma pluralidade de sentidos que, longe de se excluírem, se harmonizam e se completam é, ao contrário, como já explicamos inúmeras vezes, uma das características gerais do verdadeiro simbolismo.
LA PUERTA: EL ESTUDIO DE LOS SÍMBOLOS
Segundo C. del Tilo (pseudônimo do falecido Emmanuel d'Hooghvorst), o símbolo se dirige à intuição da fé e não às especulações da razão, posto que o símbolo encerra uma realidade que só pode conhecer aquele que a experimentou. Por isso, enquanto seja o símbolo objeto de fé, o homem só pode explicar um símbolo mediante outro, e corre assim o risco de contentar-se com este jogo, esquecendo que os símbolos somente existem para recordar os mistérios da ciência divina (La Puerta: Introducción al estudio de los símbolos).
SYMBOLOS: REVISTA INTERNACIONAL DE ARTE — CULTURA — GNOSIS
REGNABIT: THE ONE-AND-ONLY TRADITION — LA TRADITION PRIMORDIALE
Filosofia
Henry Corbin: AVICENA E O RELATO VISIONÁRIO — SÍMBOLO
Edgar de Bruyne: O SENTIDO ALEGÓRICO — excelente análise do "alegorismo", por vezes confundido com o simbolismo.
Eugenio Trías: "A RELIGIÃO" — SÍMBOLO RELIGIOSO