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Símbolo

SIMBOLISMO — SÍMBOLO

VIDE: EIKON; WEBLINKS EM SIMBOLISMO


TERMOS CORRELATOS E ALGUNS SÍMBOLOS: APARÊNCIA; ARCA; ARCO E FLECHA; ARTES; ARQUETIPO; BRAHMÂNDA; CASA; CRUZ; DRAGÃO; ESPELHO; ESPIRAL; FONTE; LÓTUS; NUVEM; ORVALHO; PEDRA; PÉROLA; PEIXE; POÇO; PORTA; ROSA; SWASTIKA


Pierre Riffard

  • Antigas acepções
    • symbolon (plural, symbola): marca de reconhecimento, objeto cortado em dois, onde cada parte era conservada por aqueles que assim se reconheciam, e passavam sua parte para seus descendentes.
    • Credo. Para os teólogos e teósofos, os filósofos e os mistagogos: formulário das verdades principais podendo servir de signo de agrupamento.
  • Acepções clássicas
    • O símbolo, sobretudo para os esoteristas, se define como uma CORRESPONDÊNCIA natural de significante a significado. Há uma ligação de parentesco ou de simpatia, ligação portadora de sentido, entre forma e fundo de unidades. Tudo pode ser símbolo, quer dizer simbolizando ou simbolizado: um evento, um ser, um objeto, uma coisa, um estado, uma ação, um sentimento, um desejo, uma ideia, mas tudo não pode ser símbolo de tudo: o vermelho é símbolo de sangue que é símbolo de alma sem que o vermelho seja símbolo de alma. Aqui o símbolo é gnose, e não mais significante somente.
    • No sentido restrito, o símbolo exprime uma ANALOGIA natural e poderosa entre um elemento de uma ordem "inferior", "material" e um elemento de uma ordem "superior", "moral", isto em uma direção (do literal ao figurado) ou em outra.
    • Sentido pobre, onde o símbolo se apresenta como analogia emblemática.
    • Símbolo cultural, representação concreta de uma ideia, de uma realidade, de um valor, formulado por uma tradição no interior de um conjunto cultural preciso, e indicando uma ligação exterior entre representante e representado.
    • Símbolo científico
    • Personificação


René Guénon:

  • SÍMBOLOS DA CIÊNCIA SAGRADA
  • MITOS, MISTÉRIOS E SÍMBOLOS
  • SIMBOLISMO E FILOSOFIA
    • Cabe ainda outra observação antes de prosseguirmos: nesse caso, como em todos os demais do mesmo gênero, seria um grande erro acreditar que a consideração dos sentidos superiores se opõe à admissão do sentido literal, ou que o sentido superior anula ou destrói o sentido literal, ou ainda que de certa maneira o falseie. Na verdade, a superposição de uma pluralidade de sentidos que, longe de se excluírem, se harmonizam e se completam é, ao contrário, como já explicamos inúmeras vezes, uma das características gerais do verdadeiro simbolismo.


Ananda Coomaraswamy:


LA PUERTA: EL ESTUDIO DE LOS SÍMBOLOS
Segundo C. del Tilo (pseudônimo do falecido Emmanuel d'Hooghvorst), o símbolo se dirige à intuição da fé e não às especulações da razão, posto que o símbolo encerra uma realidade que só pode conhecer aquele que a experimentou. Por isso, enquanto seja o símbolo objeto de fé, o homem só pode explicar um símbolo mediante outro, e corre assim o risco de contentar-se com este jogo, esquecendo que os símbolos somente existem para recordar os mistérios da ciência divina (La Puerta: Introducción al estudio de los símbolos).

SYMBOLOS: REVISTA INTERNACIONAL DE ARTE — CULTURA — GNOSIS

REGNABIT: THE ONE-AND-ONLY TRADITION — LA TRADITION PRIMORDIALE


Filosofia

Henry Corbin: AVICENA E O RELATO VISIONÁRIOSÍMBOLO

Edgar de Bruyne: O SENTIDO ALEGÓRICO — excelente análise do "alegorismo", por vezes confundido com o simbolismo.

Eugenio Trías: "A RELIGIÃO" — SÍMBOLO RELIGIOSO